quarta-feira, 8 de setembro de 2010

peace.

Ainda me vejo com 16 anos descobrindo a perdição e isso me dá vontade de rir demais! Juro que a cada passo novo que eu do na minha vida, me remete aos meus sixteeeeeeeeeen como diria um amigo meu. Na verdade ele fala seventeen, mas é pela entonação que eu to dizendo haha.
Quando eu digo chega, me aparece o vem cá, quando eu digo acorda, me dizem relaxa, quando eu fico em silêncio, me fazem gritar, quando eu quero a loucura, me insistem em fazer voltar.
Rima podre mas é o que acontece nessa vida louca em que eu me meti, nesse caminho de palavras misteriosas e desejos que eu achei que não sentia mais, shit!
Adoro espalhar isso : the desire isn’t frozen it’s only the heart, dude. Mas e aí? Quando eu quero ficar no slow me aparece o high definition e me deixa sem ação tchê! E agora Manolo? Já me dizem respostas do tipo, ‘tu é muito nova’, clássica, ‘tu ta deixando de aproveitar o desejo’, tensa, ‘tu não disse chega já não?’, ‘hmmmmmmmmmmm, to sabendo’, essa é a pior. Que ta sabendo porcaria nenhuma? Acorda meu filho, não ta sabendo de nada e muito menos vai saber. Não gosto de contar minhas coisas, my stuff it’s my stuff okay? As pessoas não entendem isso, parece que gostam de fazer comentários toscos em relação a minha vida, mas e por que? Sou da paz, sou da boa vibração, não quero ter que dizer não pro meu desejo. O resto continua congelado muito bem obrigada.
Quero que tu, é tu aí que não tem vida, se manque e deixe eu viver a minha, com as minhas loucuras, com as minhas incertezas, com as minhas manias, com os meus surtos, com a minha falta de ciúmes e a meu alto egoísmo, com o meu amor, com as minhas ideias mirabolantes, com a minha dança, meu corpo, meu trabalho, meu estudo, tudo meu, e aí? Eu prejudico alguém? Não, só a mim mesma, e quanto mais a galera do agito me quiser por perto eu vou estar junto, ao lado, se caírem aos meus pés de remorso, eu digo tudo bem, aprendeu e não vai ser eu a julgar ninguém. Isso muitas vezes é que eu sinto falta, sinto falta daquilo que me fortalece e não me põem pra baixo, passei mais de quatro anos escutando sermões e ‘dicas’ de como viver, agora chegou a vez de eu curtir a guria que ainda vive aqui dentro, sem medo, sem stress, sem vergonha literalmente. Não sou louca de achar que as pessoas mudam, que o mundo vai melhorar, que as pessoas vão se amar e não fazer guerra, mas eu tenho essa utopia fatídica dentro mim, não consigo deixar de acreditar, mas, não sou louca. Lucidez pra dentro da cabeça, ou seria LIBERDADE?

Um comentário:

  1. tens toda razão, vai vive sua vida do teu jeito e oq te fazerem mal só vai te fortalecer no futuro. mt boa postagem lu! :)

    ResponderExcluir