Pode ser em um sorriso, na felicidade de alguém do outro lado da rua, em um abraço, em uma promoção, na sorveteria depois de um dia cansativo, em uma aula de dança, em um agradecimento de um cliente, em um simples agradecimento ao cara que vende passagem na rodoviária, em uma caminhada num dia de sol, tomar um banho de mar com alguém especial, farrear ao nascer do sol com amigos de verdade, em apenas poder olhar as estrelas, dizer oi pra lua e o quanto ela é bonita, em apenas rir de algo realmente bobo, em dizer sim, para aquilo que sempre disse não, em ver tua irmã feliz, em ver o quanto teus pais se amam depois de ‘milanos’ juntos, no abraço de alguém que tu não vê a anos, na certeza de seus amigos de décadas e nada vistos, em um beijo ou declaração de afeto inesperados, em uma risada de criança, gritar desesperadamente em um brinquedo no parque e amar isso, apenas bater um papo cabeça e escutar os problemas de um adulto de 7 anos, em olhar para o lado em uma viagem cansativa e ver que grandeza há ao seu redor.
Sim, eu realmente espero que os meus sonhos se realizem, mas enquanto os grandes ‘planos sonhos’ não acontecem, eu fico com os meus sonhos possíveis e incríveis de cada dia, vivendo plenamente, feliz. Ou ao menos eu quero viver assim, porque ultimamente a minha tatuagem no braço esquerdo anda sendo apagada com o passar dos dias... Mas eu vou reavivá-la, vou sentir que ela ainda pulsa e sente comigo, anda comigo todos os dias, ou apenas balança nesse caso.
PEACE FOR...
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Like Broke Davis
Eu nunca me interessei de verdade pela Broke, achava que ela era apenas mais uma amiga de todos, mimada, linda, dona de si, inconseqüente e que amava sexo. E ela tinha apelas 17 anos. Mas com os seus 22 agora, eu vejo que ela é o que segura todos, sempre conseguiu passar por cima dos seus problemas, para ajudar os outros, sofreu sozinha muitas vezes, viu que era ela que segurava a barra das suas amigas vitimas, que gostavam de choramingar ao invés se ajudarem, viu seu primeiro amor sendo levado pelo tempo, e mesmo assim conseguiu fazer o vestido da noiva dele. Mas seu coração era trancado, cadeado depois do Luke. Depois dele, ela não se apaixonou verdadeiramente por ninguém eu acho, sempre foi o Luke. Até Julian aparecer e deixar ela confusa, carente, chorando de novo. Amando e se apaixonando.
E o Luke? Que tentou a Peyton, a complicada, que brigava por tudo, a ciumenta loira, rockeira que era líder de torcida, e ele a amou mesmo nos seus outros relacionamentos, mesmo amando as outras, sempre foi a Peyton. Até que ela disse que não era o momento de eles ficarem juntos. E Luke seguiu em frente e encontrou Lindsey. Divertida, linda, bem resolvida, nada mimada, trabalhadora e com grandes planos de vida. Ele a amou de verdade, amou mesmo. Queria casar com ela, se viu em um futuro sólido e feliz, nada perfeito, mas feliz, com uma perspectiva de vida ótima, e parecendo que finalmente o coração do Luke havia mudado de direção. Mas ela, Lindsey não viu isso. Ela amou Luke com toda a sua intensidade, carinho e amor. Ela viu o que Luke sentia. L e L. Não soa tão bem? Lindsey notou que sempre foi Peyton. Sempre. E ela, gentilmente deixou o caminho livre. Magoando Luke, mas sabendo o que estava fazendo, sabendo o seu lugar, sabendo que mesmo os dois sofrendo, num futuro próximo L e P ficariam juntos. E felizes, e ela no final das contas também ficaria, também saberia que no final das histórias, sempre prevalece a verdade. E ela torce sinceramente pela felicidade dele e dela.
Todos tem os seus finais felizes certo? I hope so.
Acho que OTH anda me fazendo ver coisas que eu acho que não são minhas verdades, mas e se forem? Espero parecer mais feito Broke. Lindsey?
Oi!
E o Luke? Que tentou a Peyton, a complicada, que brigava por tudo, a ciumenta loira, rockeira que era líder de torcida, e ele a amou mesmo nos seus outros relacionamentos, mesmo amando as outras, sempre foi a Peyton. Até que ela disse que não era o momento de eles ficarem juntos. E Luke seguiu em frente e encontrou Lindsey. Divertida, linda, bem resolvida, nada mimada, trabalhadora e com grandes planos de vida. Ele a amou de verdade, amou mesmo. Queria casar com ela, se viu em um futuro sólido e feliz, nada perfeito, mas feliz, com uma perspectiva de vida ótima, e parecendo que finalmente o coração do Luke havia mudado de direção. Mas ela, Lindsey não viu isso. Ela amou Luke com toda a sua intensidade, carinho e amor. Ela viu o que Luke sentia. L e L. Não soa tão bem? Lindsey notou que sempre foi Peyton. Sempre. E ela, gentilmente deixou o caminho livre. Magoando Luke, mas sabendo o que estava fazendo, sabendo o seu lugar, sabendo que mesmo os dois sofrendo, num futuro próximo L e P ficariam juntos. E felizes, e ela no final das contas também ficaria, também saberia que no final das histórias, sempre prevalece a verdade. E ela torce sinceramente pela felicidade dele e dela.
Todos tem os seus finais felizes certo? I hope so.
Acho que OTH anda me fazendo ver coisas que eu acho que não são minhas verdades, mas e se forem? Espero parecer mais feito Broke. Lindsey?
Oi!
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
2621
É sobre tudo o que eu reconheço.
Esses números representam muito mais do que aquelas quatro placas metálicas incrivelmente alinhadas pela minha mãe. E eu sei que a cada dia, eu estou a um dia a mais que ficarei longe delas, que ficarei longe da minha origem, de onde eu andei pela primeira vez, fiz o ‘bicho’ pro meu pai, perdi o tampão do meu dedo do pé inúmeras vezes, me escondi no canto da ‘sala grande’ porque eu estava, pra variar, teimando com alguma coisa que eu realmente achava que eu tinha razão, onde eu dancei pelada na mesa da cozinha com uma toalha pra cima, aprendi a nadar, fiquei inconsciente de bater a cabeça no piso da garagem por estar lavando com água e dançando ‘Spice Girl’, corri com um sapato na mão sem saber onde estava o outro depois de uma festa, imaginei todas as minhas historinhas não perfeitas, chorei de raiva, briguei com o mundo e me desculpei um bom tempo depois, reconheci meus atos, e infelizmente eu não tenho nenhum remorso, aprendi com tudo isso, e muito mais. Mas pensa em muito.
Acho que... Não, eu tenho absoluta certeza de que algum dia eu terei algum reconhecimento verdadeiro de alguém, palavras apenas. Mas que venham do coração. Nunca poderei reclamar de meus pais, por exemplo, pessoas que sempre me apoiaram em tudo, com veracidade, com absoluto controle de suas emoções em cima de mim, e me criaram de forma respeitosa e sem o mínimo de rancor por qualquer falta de educação minha em relação a eles, me colocaram no chão, me fizeram ver que é possível sim ter sonhos, mas que sempre com o trabalho duro em cima deles. Reconhecimento de alguém que não tenha o seu sangue todo mundo quer. Eu tenho dos meus pais! Quer coisa mais maravilhosa do que isso? Mas e o resto? E as pessoas que eu amo? Que eu realmente me importo e que sempre eu estou impulsionando para uma coisa boa, sempre estou tentando apoiar em novas direções de vida? Quem sabe eu estou sendo egoísta, mas quem não quer algumas palavras de conforto e destreza, que faça com que seu sorriso venha normalmente, faça com que seus olhos brilhem de novo, que tu pareça boba em conversar sobre coisas bobas, e do nada tenha um beijo ou um abraço bem apertado e escute que tu fala demais e que deveria ver que tu é especial e importante na vida de alguém? Eu realmente não me importaria com isso, realmente eu não me importaria com um pouco de ‘palavras verdade’.
Quem eu estou tentando enganar? Choramingando feito uma criancinha a qual eu costumava ser? Sem tomar uma atitude? Mas ‘péra lá’, o pior de tudo, é que eu estou fazendo muito, e falando muito, e tentando muito, mas aonde isso tudo vai dar?
Eu realmente espero que tudo o que eu aprendi com esses quatro números valha a pena ser usado em prol dos outros. E eu fui ensinada a ser assim, é isso que eu sou.
Just like that.
Esses números representam muito mais do que aquelas quatro placas metálicas incrivelmente alinhadas pela minha mãe. E eu sei que a cada dia, eu estou a um dia a mais que ficarei longe delas, que ficarei longe da minha origem, de onde eu andei pela primeira vez, fiz o ‘bicho’ pro meu pai, perdi o tampão do meu dedo do pé inúmeras vezes, me escondi no canto da ‘sala grande’ porque eu estava, pra variar, teimando com alguma coisa que eu realmente achava que eu tinha razão, onde eu dancei pelada na mesa da cozinha com uma toalha pra cima, aprendi a nadar, fiquei inconsciente de bater a cabeça no piso da garagem por estar lavando com água e dançando ‘Spice Girl’, corri com um sapato na mão sem saber onde estava o outro depois de uma festa, imaginei todas as minhas historinhas não perfeitas, chorei de raiva, briguei com o mundo e me desculpei um bom tempo depois, reconheci meus atos, e infelizmente eu não tenho nenhum remorso, aprendi com tudo isso, e muito mais. Mas pensa em muito.
Acho que... Não, eu tenho absoluta certeza de que algum dia eu terei algum reconhecimento verdadeiro de alguém, palavras apenas. Mas que venham do coração. Nunca poderei reclamar de meus pais, por exemplo, pessoas que sempre me apoiaram em tudo, com veracidade, com absoluto controle de suas emoções em cima de mim, e me criaram de forma respeitosa e sem o mínimo de rancor por qualquer falta de educação minha em relação a eles, me colocaram no chão, me fizeram ver que é possível sim ter sonhos, mas que sempre com o trabalho duro em cima deles. Reconhecimento de alguém que não tenha o seu sangue todo mundo quer. Eu tenho dos meus pais! Quer coisa mais maravilhosa do que isso? Mas e o resto? E as pessoas que eu amo? Que eu realmente me importo e que sempre eu estou impulsionando para uma coisa boa, sempre estou tentando apoiar em novas direções de vida? Quem sabe eu estou sendo egoísta, mas quem não quer algumas palavras de conforto e destreza, que faça com que seu sorriso venha normalmente, faça com que seus olhos brilhem de novo, que tu pareça boba em conversar sobre coisas bobas, e do nada tenha um beijo ou um abraço bem apertado e escute que tu fala demais e que deveria ver que tu é especial e importante na vida de alguém? Eu realmente não me importaria com isso, realmente eu não me importaria com um pouco de ‘palavras verdade’.
Quem eu estou tentando enganar? Choramingando feito uma criancinha a qual eu costumava ser? Sem tomar uma atitude? Mas ‘péra lá’, o pior de tudo, é que eu estou fazendo muito, e falando muito, e tentando muito, mas aonde isso tudo vai dar?
Eu realmente espero que tudo o que eu aprendi com esses quatro números valha a pena ser usado em prol dos outros. E eu fui ensinada a ser assim, é isso que eu sou.
Just like that.
Assinar:
Comentários (Atom)